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Sete Dirigentes Bahá'ís do Irão: 10.000 dias de prisão

No Domingo, dia 1 de Abril, assinalou-se os 10.000 (dez mil) dias que os ex-dirigentes Bahá’ís do Irão passaram na prisão.

Antes da sua prisão, em 2008, os sete eram membros de um grupo ad hoc a nível nacional, que atendia às necessidades espirituais e sociais da Comunidade Bahá'í do Irão. Eles são Fariba Kamalabadi, Jamaloddin Khanjani, Afif Naeimi, Saeid Rezaie, Mahvash Sabet, Behrouz Tavakkoli, e Vahid Tizfahm.

Cerca de 20 meses depois de serem detidos, sem acusação formada, na prisão de Evin, em Teerão, começaram um julgamento, em 12 de Janeiro de 2010, que consistia de seis curtas sessões do tribunal, todas desprovidas do devido processo legal. Os sete foram acusados ​​de, entre outras coisas, espionagem, propaganda contra a República Islâmica e o estabelecimento de uma administração ilegal - acusações que foram todas completa e categoricamente rejeitadas pelos réus. Apesar disso foram sentenciados a 20 anos de prisão.

Os cinco homens estão atualmente a cumprir a sua sentença na prisão de Gohardasht, a cerca de 50 quilómetros a oeste de Teerão, e as duas mulheres estão na prisão de Evin, tendo passado por Gohardasht, no princípio e com uma breve estadia, em condições desumanas, na prisão Qarchak.

No domingo - numa iniciativa coordenada pelo grupo de direitos humanos United4Iran – foram exibidas grandes imagens dos sete em placards de rua, e de outros modos, em cerca de 12 grandes cidades em todo o mundo.

"Aqueles de nós com a capacidade de falar, têm ser as vozes dos que foram silenciados", disse Firuzeh Mahmoudi, diretora e fundadora da United4Iran. "Esperamos que esta ação chame a atenção do mundo para a situação dos sete líderes bahá'ís, e que também nos lembre de todos os outros prisioneiros de consciência que permanecem atrás das grades e que necessitam do nosso apoio incondicional a seu favor."

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